14.8.09

GÊNIOS SUPERPRODUTIVOS


Agatha Christie, 70 romances. Isaac Asimov, 260 livros. Quem produziu mais ao longo da vida? Quantos obras produziram? A seguir, você vai saber quanto produziram Daniel Defoe, Jack London, Cole Porter, Chiquinha Gonzaga e outros. Difícil dizer qual gênio foi mais produtivo. Os números são impressionantes.


Daniel Defoe, autor de As Aventuras de Robinson Crusoé, escreveu mais de 500 periódicos, panfletos e livros.

A inglesa Agatha Christie escreveu mais ou menos 70 romances e mais de uma centena de contos. E, como não fosse suficiente, Christie é autora de 17 peças de teatro.

E Júlio Verne? O Autor de A Volta ao Mundo em 80 Dias escreveu ao longo da carreira por volta de 80 romances e 15 peças de teatro.

O autor do célebre O Chamado da Selva, Jack London criou 200 contos, 400 artigos e por volta de 50 livros. London chegava a trabalhar 15 horas por dia.

O escritor russo-americano Isaac Asimov, que dedicou sua vida a ficção científica, é autor de mais de 260 livros.

O escritor Georges Simenon publicou em toda a vida 425 livros. Dizem que Simenon chegou ao ponto de escrever um livro por dia. Destes, 84 são com o personagem Inspetor Maigret

Cole Porter, um dos maiores músicos norte-americanos de todos os tempos, compôs mais de 800 músicas para a Broadway.

Irving Berlin, que ficou conhecido no início do século XX como rei do ragtime, publicou mais 1.000 canções ao longo de 7 décadas de carreira.

Um dos mais célebres compositores brasileiros, Heitor Villa-Lobos, é autor de mais de 1.000 músicas, dos mais variados gêneros.

Franz Schubert, um dos maiores nomes da música clássica, criou mais de 1.200 obras ao longo de sua curta existência. Schubert morreu aos 31 anos de idade.

Chiquinha Gonzaga, compositora brasileira que criou a célebre marchinha Ó Abre Alas produziu bem mais do que o conterrâneo Villa-Lobos. Chiquinha é autora de mais de 2.000 músicas.

O indiano Rabindranath Tagore deixa Chiquinha Gonzaga comendo poeira. Além de 2.000 letras de músicas, Tagore produziu cerca de 1.000 poemas.

Já o músico argentino Astor Piazzolla compôs cerca de 3.500 peças musicais. Infelizmente, menos de 1/3 delas chegou a ser gravada.

O dramaturgo espanhol Lope de Vega, contemporâneo de Cervantes, escreveu por volta de 1.500 peças das quais apenas 1/3 foi preservada. Lope de Vega é autor de obras como O Novo Mundo Descoberto por Cristóvão Colombo, O Castigo sem Vingança e O Cavaleiro de Olmedo.

O diretor de cinema D. W. Griffith realizou (pasmem!) cerca de 450 filmes apenas entre os anos de 1908 e 1913, a maioria de curta duração.

Além de centenas de desenhos, o espanhol Francisco de Goya mais de 300 litogravuras e por volta de 500 pinturas.

Rembrandt pintou por volta de 600 obras. Destas, 10% era auto-retratos.

Ao longo de sua vida, o pintor flamengo Rubens pintou cerca de 2.000 quadros.

Um dos mais produtivos pintores brasileiros foi Di Cavalcanti. Ele deixou mais de 5.000 obras entre pinturas, gravuras e ilustrações.

O pintor alemão Rugendas não fica atrás na lista dos mais ativos e produtivos. Ao longo de toda a sua carreira, ele realizou cerca de 6.000 desenhos, pinturas a óleo e aquarelas.

Mas Di Cavalcanti e Rugendas não chegam aos pés de Pablo Picasso. Durante toda a sua vida, o pintor espanhol criou mais de 20.000 obras.

(Trecho do livro Coisas de Gênio - Fatos pitorescos e curiosidades sobres os maiores gênios da cultura universal)

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