31.10.06

"DOIDOS" GENIAIS


Alguns mestres da cultura mundial estavam longe de ser o que se convenciona chamar de normal. Apesar de muitos não serem o que se pode chamar de doido varrido, mesmo assim conhecereram um manicômio por dentro; outros, porém, tiveram problema psiquiátricos sérios, como veremos a seguir.

Devido a graves problemas emocionais, o compositor brasileiro Erneto Nazareth teve que ser internado num manicômio. Transferido para uma colônia de doentes mentais, Nazareth fugiu e só foi encontrado quatro dias mais tarde, morto.

Paulo Coelho passou por internações em hospitais psiquiátricos “pela sua rebeldia”, quer dizer, por não se enquandrar no perfil do que seria uma pessoa normal. Ele foi internado pela família, que não se conformava com o comportamento rebelde do futuro escritor. Foram duas internações, a primeira durou 30 dias e a segunda, dois longos meses.

Outro mito da cultura brasileira que conheceu um manicômio por dentro foi Lima Barreto. Em virtude de problemas com a bebida, o escritor teve que ser internado duas vezes.

Camille Claudel passou grande parte da vida – trinta anos, para ser exato – em manicômios. Abandonada pela família, rejeitada pelo ex-amante (Auguste Rodin) e esquecida pelos amigos, foi num hospital psiquiátrico que a famosa escultora francesa morreu.

Quem também viveu os últimos dias entre as paredes de um manicômio foi o compositor clássico Robert Schumann. Crises de depressão, surtos psicóticos e alucinações levaram Schumman a ser internado mais de uma vez. Schumman faleceu ao lado da esposa e do amigo Johannes Brahms.

Surtos epiléticos e problemas mentais fizeram do pintor holandês Vincent van Gogh um dos mais célebres doentes psiquiátricos da história. Num surto de loucura, Van Gogh se desentendeu com o amigo Paul Gauguin e em seguida, cortou a própria orelha com uma navalha.

O escritor norte-americano Ernest Hemingway passou boa parte de sua vida tratando de problemas de depressão. Apesar da ajuda especializada, o escritor foi vencido pela tristeza e amargura crônicas. Hemingway deu fim à própria vida com um tiro na cabeça.

(Trecho do livro Coisas de Gênio - Fatos pitorescos e curiosidades sobres os maiores gênios da cultura universal)

3 comentários:

Lenise disse...

Na verdade a loucura muitas vezes acompanha a genialidade pois não é fácil para uma pessoa lidar com um cérebro poderoso e cheio de interrogações! Tentar canalizar todo esse monte de perguntas sem repostas para a arte é uma boa saída.
E meus parabéns amigo! Teus blogs são pura cultura! And so do you!
Beijos mil!!

Anônimo disse...

concordo em genero , numero e grau que todo gênio tem um pouco de loucura......muitas pessoas que conheci; as quais consideram muito inteligentes, tem um outro lado de pura neurose........!!!!!!!

Pedro Luis Miranda
mirandapl@ig.com.br

marcos disse...

eu descordo doido é porque jah nasceu e nem todo mundo que é muito inteligente e louko loko e vc que diz isso tem muito inteligente nerde mais nem todos